Flori fez somente 22 a menos que a ex-prefeita Rosani Donadon
Em visita ao FOLHA DO SUL ON LINE na manhã desta quarta-feira, 05, o delegado da Polícia Federal, Flori Júnior, cujo desempenho como candidato a deputado federal este ano surpreendeu os meios políticos de Vilhena, anunciou ter aceitado disputar a eleição suplementar no município, marcada para o dia 30 de outubro.
Pilotando os 15.343 votos com os quais saiu das urnas no último domingo, 02, o jovem policial já vinha sendo pressionado a encarar a disputa municipal, na qual provavelmente concorrerá contra a ex-prefeita Rosani Donadon, do PSD. Os dois já haviam duelado por uma vaga no Congresso, com Rosani fazendo 22 votos a mais que o delegado.
Para entrar na eleição suplementar, no entanto, Flori, estabeleceu alguns critérios. “O primeiro deles é que o Ronildo, que hoje é o candidato do Podemos, desista voluntariamente de concorrer. Ele merece meu respeito porque foi comigo nas eleições para deputado e eu não sou ingrato. Se isso acontecer, o segundo passo é ter um grupo unido em torno do mesmo nome”.
Dizendo que aceitará a missão para “livrar a cidade de um mal maior”, o delegado, no entanto, faz um alerta: “se a oposição aos Donadon for dividida para a disputa, é grande a chance de ser derrotada”.
Flori também disse que outra condição para aceitar o desafio é o senador eleito Jaime Bagattoli se manifestar quanto à eleição em sua base eleitoral. “O senador pode me apoiar, ir com os Donadon ou ficar neutro. Acho importante ele se manifestar sobre isso, já que hoje é a maior autoridade local. Com o senador centralizando sua atenção a um dos grupos haverá união para formar uma onda irresistível, caso contrário, fica muito difícil”.
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 05 de Outubro de 2022, às 14:38