Pelo crime que aconteceu no ano passado, Gênis Pena da Silva foi condenado a mais de 9 anos de prisão
 
No último julgamento da Primeira Reunião do Tribunal do Júri de 2023 em Vilhena, os jurados analisaram a conduta do pedreiro Gênis Pena da Silva, de 35 anos, que no ano passado, após uma discussão com o vizinho por causa da instalação de uma cerca do tipo concertina na divisa entre as duas propriedades, teria atirado contra Agildo de Andrade Lima, atingindo-o na altura do abdome. (RELEMBRE AQUI).
 
Conforme consta nos autos, a discussão teria se iniciado entre a vítima, A.L.A., que seria um ex-policial de 54 anos, e o irmão de Gênis.  Mas, Gênis teria tomado as dores do irmão, sacado a arma e disparado contra a vítima, que ao ser atingida no abdome buscou abrigo no interior de sua residência e se armou.
 
Ainda com base nas informações dos autos, Gênis teria invadido o quintal de A.A.L. que, agora já armado, pediu para que ele parasse. Não foi atendido. Gênis teria atirado mais vezes na direção da vítima, que revidou e o atingiu também na região do abdome. Os dois homens foram resgatados pelo Corpo de Bombeiros e encaminhados ao pronto-socorro. Ambos passaram por procedimento cirúrgico e sobreviveram.
 
Gênis foi preso em flagrante e denunciado pelo crime de tentativa de homicídio duplamente qualificado por motivo fútil e recurso que dificultou e defesa da vítima.
 
Julgado hoje, Gênis teve a qualificadora do recurso que dificultou a defesa da vítima afastada pelos jurados, que  o condenaram por tentativa de homicídio qualificado por motivo fútil; o que lhe rendeu uma pena de 9 anos, 6 meses e 12 dia de prisão.