Liminar pedida em HC não foi concedida por desembargador
Deve ser votado ainda nesta semana o pedido de habeas corpus em favor dos três rapazes presos em Vilhena, acusado de traficar drogas sintéticas na cidade. O trio continua detido na Cadeia Pública após a prisão feita por agentes da Polícia Federal.
Ao apreciar a liminar solicitada pela defesa de Vinícius Masutti, um dos presos na operação “Amizades Artificiais”, da PF, o desembargador Jorge Ribeiro da Luz, que já atuou como juiz em Vilhena, não atendeu a defesa do empresário. O mérito do HC em favor dele e de Ricardo Kayed, outro implicado no caso, no entanto, deve ser apreciado pelo plenário do TJ na quinta-feira, 14.
Embora o processo contra os três acusados, que inclui ainda o empresário Rodrigo Belario, corra em sigilo, o FOLHA DO SUL ON LINE obteve informações sobre o que já foi dito na polícia.
Conforme fontes do site, tanto Masutti quanto Belario se apresentaram como usuários, que teriam encomendado o produto para uso próprio. Kayed teria indicado o vendedor, da cidade de Londrina (PR). A droga chegou pelo Correio e o remetente já foi identificado, mas ainda não interrogado pela polícia.