“Foi um erro material, simples de corrigir, o que efetivamente foi feito”
 
Após manifestação do Ministério Público, a juíza eleitoral de Vilhena mandou arquivar uma denúncia que havia sido feita pelo Partido da Mobilização Nacional (PMN), contra o delegado da Polícia Federal, Flori Júnior, candidato a prefeito pelo Podemos na eleição suplementar do dia 30 de outubro.
 
Flori era acusado de inserir declaração falsa nos documentos apresentados para registrar sua candidatura. O delegado, que concorreu a deputado federal, disse naquela ocasião que não havia ocupado cargo comissionado. Agora, concorrendo a prefeito, ele declarou ter exercido a função.
 
Atuando na defesa do candidato, o advogado Demétrio Justo criticou duramente as notícias sobre o caso publicadas em veículos de imprensa, desmentindo a informação de que a juíza teria mandado investigar Flori pelo fato.
 
A falha teria sido cometida por quem registrou, em Porto Velho, através do Podemos, a candidatura do vilhenense a deputado federal. “Isso não tem conexão alguma com a disputa pela prefeitura de Vilhena”, explica Demétrio.
 
“Foi um erro material, simples de corrigir, o que efetivamente foi feito. Mas, para quem usa a informação para tentar tumultuar a eleição, foi um prato cheio, fruto de pura irresponsabilidade”, disparou o profissional do Direito.
 
Ao esclarecer o episódio, Demétrio argumentou: “Assim, para que se restabeleça a verdade, o difusor da notícia sabidamente inverídica deve se retratar e reavaliar sua postura como profissional de imprensa que deve buscar sempre em sua fonte segura a verdade e realidade dos fatos”.