O FOLHA DO SUL ON LINE acaba de ter acesso à íntegra de uma decisão liminar do membro do Tribunal de Contas de Rondônia, Jailson Viana de Almeida, na qual ele lista os motivos pelos quais a troca de comando do Hospital Regional de Vilhena deveria ser suspensa.


A manifestação do conselheiro, datada de ontem (terça-feira, 15), aconteceu após a Santa Casa de Chavantes, atualmente no comando da unidade de saúde vilhenense, apontar uma série de falhas na proposta de transição da gestão hospitalar (ENTENDA AQUI).


No documento que traz a análise das denúncias feitas pela Chavantes, são mencionadas em dois trechos as suspeitas de que o HRV, atualmente sob o controle do Estado de Rondônia, pagaria a mais para contratar o mesmo serviço terceirizado.


“Com efeito, verifica-se que o Termo de Compromisso n. 8/2026/PGE-SESAU utilizou como referência financeira valor mensal aproximado de R$ 7,19 milhões para assegurar a continuidade da prestação dos serviços de saúde, enquanto o Edital n. 1/2026/SESAU-MACRO II prevê contratação emergencial estimada em R$ 9,96 milhões mensais, representando incremento superior a R$ 2,7 milhões por mês e potencial impacto financeiro superior a R$ 33 milhões ao longo de doze meses de execução contratual”, revela um dos argumentos..


“A continuidade do certame, nos moldes atualmente estabelecidos, possui aptidão para ensejar a celebração de ajuste cujo valor estimado supera R$ 119 milhões, sem que estejam suficientemente esclarecidos os fatores que justificariam a elevação de mais de R$ 2,7 milhões mensais em comparação às referências financeiras adotadas pelo próprio Estado para a manutenção da mesma operação hospitalar”, diz um outro trecho do mesmo documento.


CLIQUE ABAIXO e leia na íntegra a liminar concedida para manter o Grupo Chavantes à frente do maior hospital público do Sul de Rondônia.