Garotinha com menos de uma semana de vida precisará ser levada para Porto Velho
 
No último dia 21 de outubro, exatamente na data em que comemorava 26 anos, a vilhenense Leojane Miranda de Abreu deu à luz uma menininha no Hospital Regional. A alegria, no entanto, veio acompanhada de grande preocupação, pois a criança nasceu com graves problemas cardíacos.
 
Lutando desde então pela própria vida, a garotinha precisa ser encaminhada, por recomendação médica, para uma UTI neonatal com maiores recursos, que é o caso da que existe no Hospital de Base, em Porto Velho. E aí apareceu outro complicador: a viagem de mais de 700 km não pode ser feita de ambulância.
 
Sem condições de bancar uma aeronave que faça o translado, o pai da menina, Jeferson Tiago de Alencar, que é operador de máquinas e mora no Alto dos Parecis, foi à justiça e conseguiu uma liminar que obriga o Estado a disponibilizar um avião para levar a pequena Rebeka até a capital.
 
Ao entrar com a ação, o advogado Adenilson Magalhães explicou todo o drama vivido pela família e apontou o risco de morte da bebê. Ao analisar o caso, o juiz de plantão, Andresson Cavalcante Fecury, da 4ª Vara Civel de Vilhena, deu 48 horas para que o Governo de Rondônia providencie o transporte aéreo da recém-nascida, sob pena de multa diária de R$ 20 mil.
 
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