Atual titular da Semus pode virar adjunto na nova administração
 
Antes mesmo de tomar posse, o prefeito eleito de Vilhena, Delegado Flori (Podemos), já havia identificado o maior desafio de sua administração: o sistema municipal de Saúde, alvo frequente de críticas e denúncias de irregularidades.
 
Cidade que acolhe e oferece atendimento a pacientes de todo o Cone Sul de Rondônia e também de municípios de Mato Grosso, Vilhena convive há anos com o resultado de uma equação que nunca fecha: o número de pacientes é sempre maior que a capacidade de atendimento da rede pública.
 
O novo prefeito, cuja posse será no primeiro dia de 2023, não chegou a anunciar oficialmente os nomes de sua equipe, mas o FOLHA DO SUL ON LINE descobriu que o titular da Saúde será um técnico, que veio de Porto Velho e já está se instalando na cidade.
 
O novo secretário de Saúde será o servidor estadual Richael Costa, cujo nome teria sido avalizado pelo deputado federal mais votado em Rondônia, Fernando Máximo (União Brasil), que ocupava a mesma Pasta no governo estadual antes de se lançar na política.
 
Richael era da área administrativa na gestão de Fernando Máximo à frente da Sesau e responsável por organizar os mutirões de cirurgias em vários municípios do Estado, incluindo Vilhena.
 
Ao analisar a nomeação ainda não oficializada, um vereador vilhenense disse que Flori deu um passo importante para minimizar os problemas na Saúde de Vilhena: “ele abre as portas tanto no governo estadual quanto no federal. Com o novo secretário, o prefeito terá apoio do Estado e recursos da União”, argumentou.
 
A expectativa é que, enquanto Richael usa sua experiência e boas relações para conseguir verbas e ações para a Saúde local, o atual titular da Semus, Kim Mansur Yano, vire adjunto da Pasta e passe a comandar as ações rotineiras.