Élio dos Santos tinha 93 anos e morreu de causas naturais no sítio do filho
 
Foi sepultado na manhã desta segunda-feira, 14, no cemitério Cristo Rei, em Vilhena, o corpo do pioneiro Élio dos Santos. Ele tinha 93 anos e estava morando com um dos 11 filhos que teve (dois são falecidos) a 24 km da área urbana, onde foi a óbito ontem.
 
Segundo o filho, dono da propriedade rural, após o falecimento, o corpo de Élio foi levado para a UPA, onde um médico constatou que ele havia morrido de causas naturais.
 
O idoso chegou em Rondônia no ano de 1969, para trabalhar como “soldado da borracha”, porém, como este tipo de mão de obra usada na extração de latex era mais requisitado em Porto Velho e outras cidades onde as mortes por malária eram frequentes, ele decidiu permanecer no Cone Sul.
 
Aqui, além de trabalhar em uma madeireira e ser responsável pela contratação de braçais, também esteve em garimpos. Aposentado há mais de 20 anos, o mato-grossense que passou a maior parte da vida em Rondônia, não se queixava de problemas de saúde.