Flori garante que não levará caso ao TJ, qualquer que seja a resposta
 
Apesar do “clima de paz” entre o prefeito de Vilhena e duas entidades que ontem assinaram uma nota conjunta garantindo que “as divergências ficaram para trás”, o mandatário protocolou, logo após o anúncio, um pedido para que a juíza Christian Carla de Almeida Freitas, reconsidere a liminar concedida (ENTENDA AQUI).
 
O site questionou o próprio prefeito, Delegado Flori (Podemos) sobre esta ação na justiça, e ele garantiu que não tem intenção de prosseguir com a demanda. “Mas eu fiz questão de deixar registrada nos autos a minha versão”, explicou, afirmando que que não recorrerá ao Tribunal de Justiça, qualquer que seja a resposta da magistrada.
 
No pedido de reconsideração, o prefeito lista a série de motivos que o levou a decretar “emergência na Saúde”, que levou a uma série de atos posteriores e resultou na queda de braço travada com as entidades que construíram um hospital que Flori chegou a ocupar.
 
Neste momento, o empresário Vilmar Saúgo, representando a Sicoob Credisul, está reunido com vereadores para discutir a relação com o prefeito. O FOLHA DO SUL ON LINE foi convidado, enviou um repórter ao evento e trará novas informações ainda hoje.
 
O site já apurou, no entanto, que o presidente da Câmara, Samir Ali, do mesmo partido do prefeito, anunciou a intenção de anular o decreto usado por Flori para ocupar o Hospital Cooperar.

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