Mato Grosso já registrou, apenas nos dois primeiros meses deste ano, 22 mortes
 
Parece ser apenas uma questão de tempo para que Vilhena siga o exemplo de Mato Grosso, onde já foram registradas, apenas nos dois primeiros meses deste ano, 22 mortes confirmadas por Chikungunya. Durante todo o ano passado, foram 21 óbitos. O número de casos prováveis da doença no Estado vizinho também é alarmante: mais de 18 mil.
 
Com unidades de saúde superlotadas e pessoas infectadas em praticamente todos os bairros, Vilhena adotou poucas medidas para frear a disseminação do surto. A população também tem feito pouco para combater o problema.
 
Hoje, a Comunicação do município revelou os números da luta contra a Chikungunya, que também tem causado impacto nas empresas, cujos funcionários apresentam atestados após contraírem a doença (VEJA ABAIXO, na íntegra):
 
“Nos dois meses, Vilhena registrou cerca de 30 casos confirmados da doença
 
A Prefeitura de Vilhena, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), apresentou na Audiência Pública do 3º Quadrimestre de 2024, realizada na última semana, um balanço sobre a situação da transmissão da chikungunya no município.
 
A chikungunya é uma arbovirose causada pelo vírus CHIKV, transmitida pela picada de fêmeas infectadas do gênero Aedes. No Brasil, o principal vetor da doença é o Aedes aegypti.
 
De acordo com os dados apresentados, entre janeiro e 26 de fevereiro de 2025, Vilhena registrou 30 casos confirmados da doença, enquanto 7 foram descartados e outros 93 seguiam em análise.
 
O número de casos representa um aumento significativo em relação aos anos anteriores. Em 2023, não houve registros da doença no município, e em 2024 foram confirmados 9 casos positivos.
 
A Semus informa que as amostras coletadas são enviadas ao Laboratório Central de Saúde Pública de Rondônia (Lacen) para análise, com prazo de até 30 dias para a liberação dos resultados.
 
Diante desse cenário, a Prefeitura reforça a importância da prevenção e do combate ao Aedes aegypti, transmissor da chikungunya, dengue e zika vírus, e segue intensificando as ações de controle vetorial em Vilhena”.