Diretora do Hospital Regional prevê reforma de cozinha concluída em 04 meses
Em visita ao FOLHA DO SUL ON LINE na tarde de ontem, a secretária de Saúde de Vilhena, Weslaine Amorim, acompanhada pela diretora do Hospital Regional, Cláudia Lucrécia de Matos Silva, comentou sobre o acidente registrado esta semana na unidade e sobre as obras executadas no local, que serão finalizadas ainda neste mês.
Weslaine explicou que, após a reforma, a recepção e o pronto-socorro, que em agosto do ano passado foram transferidos para a UPA 24 horas, voltarão a funcionar. A secretária disse que, com as novas instalações, tanto servidores quanto pacientes desfrutarão de maior conforto.
Após o retorno dos atendimentos ao HR, a cidade contará com dois locais para atender urgências e emergências, uma vez que pacientes que precisem de atendimento imediato continuarão sendo recebidos tanto na UPA quanto no próprio HR.
Porém, para garantir que pacientes em estado grave tenham maiores possibilidades de sobrevida, principalmente os casos de acidentados, o critério para definir a unidade que os receberá será a distância: poderão ser levados para um dos dois locais, sendo recomendado escolher o que estiver mais perto.
ACIDENTE
A diretora do Regional esclareceu que a queda do forro de gesso da cozinha da unidade teria sido provocada, conforme laudo elaborado por engenheiro, pelo desgaste das placas e dos parafusos. Também teria contribuído para o acidente o calor e a umidade do local onde são preparadas as refeições. Não foi constatada infiltração ou problemas na estrutura de metal que sustentava o gesso, instalado a cerca de 10 anos (CONFIRA AQUI).
Apesar dos transtornos, o acidente, segundo Cláudia, contribuiu para acelerar a reforma da cozinha, que já estava prevista. O serviço deve começar nos próximos dias e durar cerca de 04 meses.
COZINHA IMPROVISADA
Interditada desde o acidente, a cozinha do hospital foi transferida para a Igreja Assembléia de Deus, que fica a poucos metros. A comida preparada nas instalações da entidade religiosa é levada para o Regional e servida no auditório da unidade, transformado em refeitório.
COMISSÃO INVESTIGA
Hoje, uma comissão de fiscais da Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa), composta por enfermeiro, nutricionista e engenheiro, visitou a cozinha. Eles elaboraram um laudo com recomendações e advertências, mantendo a interdição do local.
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 11 de Março de 2022, às 09:12