Em reuniões que aconteceram simultaneamente nas onze sedes regionais do Sintero, os servidores em educação decidiram pela greve. Na reunião ficou decidido que a paralização começaria nesta terça-feira, 21. E assim aconteceu.
Segundo a delgada da regional cone sul, Francisca Diniz, a paralização atinge todo o estado. Em Vilhena, cerca de 1.500 trabalhadores devem aderir à paralisação. Em todo o Cone Sul, o número passa, segundo Diniz, de 3 mil servidores. A greve segue por tempo indeterminado.
Diniz alegou que desde o início do ano o Sintero tenta negociar com o governo o atendimento a reivindicações como a reposição de perdas salariais, o cumprimento da lei do Plano de Cargos, Carreira e Salário e a retomada do pagamento da Licença Prêmio em pecúnia.
Uma paralização de três dias foi feita na segunda quinzena de abril, como forma de alerta ao governo sobre uma possível greve. “Como nossas reivindicações não foram atendidas não vimos outra possibilidade que não a paralização”, disse Diniz.
Outras duas categorias de servidores estaduais também estão de greve. Os agentes penitenciários estão paralisados desde o dia 2 de maio e os servidores da Polícia Civil desde o dia 15.