A transferência teria acontecido pela necessidade de cuidados especiais que, no cone sul, existem apenas no HRV
Um bebê que nasceu ontem, em uma unidade particular de saúde, em Vilhena, filho de um profissional de saúde da cidade, aspirou mecônio durante o parto e, segundo uma fonte, precisou ser levado às pressas para a Unidade de Terapia Intensiva Neo Natal do Hospital Regional de Vilhena.
A transferência teria acontecido pela necessidade de cuidados especiais que, no cone sul, existem apenas no HRV. Do contrário, o recém-nascido teria que ser levado para Ouro Preto do Oeste ou Porto Velho, locais que também mantêm UTIs neonatais, mas que estão muito longe de Vilhena.
Não há informações sobre o estado de saúde do bebê, mas, segundo a fonte que relatou o acontecimento ao site e não quis ser identificada, o importante é que Vilhena hoje dispõe de uma estrutura que garante um alto nível de segurança no atendimento a casos específicos, em que o risco de morte é iminente.
Para a fonte, é comum as pessoas recorrerem aos hospitais particulares para diversos tipos de cirurgia, mas quando o quadro exige um cuidado mais complexo, normalmente envolvendo risco de morte, o Hospital Regional é a “tábua de salvação”, porque é nele que existe a melhor estrutura, principalmente de UTI, tanto infantil quanto adulto, e os melhores profissionais do Cone Sul.
E a pessoa entrevistada foi mais longe: os usuários e seus familiares deveriam reconhecer e enaltecer o trabalho do Regional, porque não tem muitos não fazem ideia da quantidade de pacientes que tem seus quadros de saúde restabelecidos na unidade pública.
“Algumas pessoas só criticam o hospital, mas esquecem que o esforço de toda a equipe vem garantindo resultados cada vez melhores, tanto que na hora do aperto, todos recorrem ao nosso Regional”, pontuou.
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 09 de Outubro de 2025, às 08:51