Instalada desde setembro do ano passado no Hospital Regional de Vilhena, a usina para produção de oxigênio que abastece à unidade representa hoje uma economia de R$ 80 mil reais por mês aos cofres do município. Implantada basicamente por insistência do cardiologista Luiz Carlos Hassegawa, que dirigiu o HR durante cerca de 90 dias, o complexo custou R$ 180 mil reais e foi quitada com e economia feita durante pouco mais de dois meses.

A usina gasta somente energia elétrica e produz todo o oxigênio que abastece a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Regional, implantada na mesma época. De acordo com um médico que já atuou no HR, o consumo mensal de H20 no estabelecimento chegava a mais de R$ 90 mil. Hoje se gasta 10% desse montante e mesmo assim porque nem todas as alas da unidade dispõe do gás canalizado.

Executada por uma empresa local, a usina não apresentou qualquer problema desde a sua inauguração. Graças ao investimento, o funcionamento da UTI, que recebe pacientes de várias cidades da região, tem sido normal. Conforme o técnico que faz a manutenção do maquinário da usina, Manoel Souza Queiroz, há oito anos no setor, seria inviável tocar a UTI sem contar com a fabricação própria do oxigênio.