Disposto a pedir licença a fim de viajar de férias para o exterior, conforme noticiou na semana passada o FOLHA DO SUL ON LINE, o prefeito de Vilhena, Zé Rover (PP), pode enfrentar o mesmo tipo de críticas que sofreram os assessores deles que participaram deste tipo de aventura internacional.
Em 1997, pouco depois de assumir a prefeitura de Vilhena, Melki Donadon (PTB) desembarcou na Alemanha, em companhia do então presidente da Câmara, Gilson Carlos Ferreira. Na época, os dois disseram que iriam buscar recursos para a compra de equipamentos agrícolas e para um projeto de revitalização do igarapé Pires de Sá.
Voltaram de lá sem nada e ainda mal falados pelos vilhenenses. A viagem só não rendeu encrencas maiores porque o único vereador de oposição, Marquinhos Bacana, não encontrou apoio para cassar Melki por não ter pedido autorização para deixar o cargo.
Dez anos depois, o primo de Melki, Marlon Donadon, foi até a Coréia do Sul. Trouxe de lá um banheiro que hoje está instalado na Praça do Shopping, sob suspeita de ter sido superfaturado.
Embora a viagem de Rover seja de férias (absolutamente dentro da lei, portanto), ele já começa a enfrentar críticas nas redes sociais. E os comentários virtuais estão só começando...