O candidato ao governo Expedito Junior encerrou sua agenda de visitas ao Cone Sul do Estado na semana passada. Em dois dias, ele esteve em cindo cidades da região, e em todas promoveu carreatas, além de reuniões e visitas. Em Vilhena o desfile aconteceu no início da noite da sexta-feira 15, e atraiu bom público.
Expedito mais estava acompanhado pelo deputado Neodi de Oliveira (PSDC) seu candidato a vice. Com eles também desfilaram o candidato ao Senado, Rubens Moreira Mendes (PSD) e dezenas de concorrentes às eleições proporcionais.
Após a carreata, que começou na avenida Paraná, percorreu o centro e terminou na Melvin Jones, os principais candidatos fizeram rápidos pronunciamentos, limitando-se a agradecer a participação das pessoas e proferir frases de efeito.
Em seguida, Expedito e seus aliados participaram de jantar na residência da advogada e candidata à Câmara Federal, Vera Paixão (PSDB). Foi lá que ele concedeu entrevista exclusiva ao FOLHA DO SUL ON LINE.
Primeiro o tucano falou sobre a campanha, que desde a semana passada, após a aprovação de seu pedido de registro de candidatura, entrou em ritmo intenso. Ele relatou que já fez carreatas em mais de 40 cidades, e na próxima semana completa os 52 municípios. “Ainda na semana que vem nossa aliança inicia com os comícios noturnos. De dia faço visitas de porta em porta, e reuniões com lideranças”, detalhou.
Em seguida, ele comentou o caso da morte do candidato a presidente Eduardo Campos, que em seu ponto de vista afeta Dilma e Aécio Neves, tendo mais repercussão negativa para o tucano. Sobre o governo de Rondônia, o candidato declarou que é preciso corrigir muitas coisas. “Se eu achasse que o nosso Estado vai bem estaria no palanque que tenta a reeleição”, destacou. Em sua análise, o pior problema da atual administração é a falta de comando. “O governo está loteado entre vários partidos, e cada setor trabalha disperso dos demais. Falta pulso e atitude mais firme”, avalia o candidato.
Sobre as eleições, o tucano acredita ser remota a possibilidade de definição em primeiro turno. Estando nesta situação, ele diz que não faz diferença o oponente que terá que enfrentar. “Temos que estar preparados para qualquer situação. É perigoso destacar um em detrimento dos outros, e acabar provocando problemas desnecessários. Todos os candidatos merecem respeito e preparo para serem batidos”, ponderou.
Ainda sobre eventual participação no que acredita ser o mais provável, ele ainda não pensou a respeito de possibilidade de apoio. “Isto é assunto para outro momento. De repente, a eleição é decidida logo na primeira fase, e fazer comentários como o que está pedindo, também destacando um ou outro concorrente, não é uma prática política das mais recomendáveis”, encerrou.
Autor:
Da redação
Fonte:
FS
Publicado em 18 de Agosto de 2014, às 10:06