Carlos Magno deve abraçar candidatura de Cassol, de quem foi chefe da Casa Civil
 
“Carlos Magno: por que não sou mais candidato?
 
Este vídeo é um agradecimento a todos os cidadãos do estado de Rondônia que conheceram a minha história. Foi uma honra ter o apoio de vocês em minhas propostas e ideias, afinal, construímos tudo isto juntos.
 
Tenho plena convicção de que em todos os meus mandatos, candidaturas que tive e cargos que ocupei, fiz o melhor para o meu estado. Buscando sempre fortalecer minha relação com as outras lideranças e, principalmente, o povo.
 
Nos meus 34 anos de vida pública, busquei sempre fazer política baseada no respeito. É por isso que nunca fiz inimigos na política, apenas adversários.
 
Mas, para preservar meus valores e ética, infelizmente tive que pagar um preço. Retiro minha pré-candidatura com a cabeça erguida, com a certeza de que fiz o meu melhor, conforme o que vocês esperaram de mim.
 
Sou um homem de fé, e aceito neste momento a vontade e livramento de Deus, pois Ele sabe de tudo.
 
Derramo as minhas lágrimas, mas sigo em frente na luta pelo nosso Estado, podem ter certeza.
 
Estamos juntos! Muito obrigado.
 
De coração, Carlos Magno”.
 
Com esta mensagem e um vídeo publicados no Instagram, o ex-prefeito de Ouro Preto do Oeste, Carlos Magno Ramos, anunciou que não será mais candidato a deputado estadual este ano.
 
Conforme havia antecipado o FOLHA DO SUL ON LINE, o ex-deputado estadual e federal foi “barrado” pelos próprios companheiros no Podemos, partido pelo qual pretendia retornar Assembleia Legislativa (LEMBRE AQUI).
 
Na gravação, Carlos Magno chega às lágrimas e evita dar nomes, mas insinua que alguém da legenda teria rompido o compromisso de permitir sua candidatura. Ele era o favorito em sua coligação e considerado nome certo para se eleger.
 
Aliado histórico do ex-governador Ivo Cassol (PP), de quem foi chefe da Casa Civil e que teve seus direitos políticos restabelecidos pelo STF, o agora ex-candidato deve abraçar a campanha dele.
 
CLIQUE AQUI e assista o choro de Carlos Magno ao anunciar que está deixando a disputa, classificando a suposta traição sofrida como um “livramento”.