Investimento em escolas municipais de Vilhena será feito com recursos próprios
 
Em vídeo gravado ontem à tarde, ao lado de secretários de sua administração, o prefeito de Vilhena, Eduardo Japonês (PV), colocou fim em uma polêmica que se arrastava há várias semanas e envolveu até a Câmara de Vereadores.
 
Conforme publicou o FOLHA DO SUL ON LINE, os vereadores derrubaram a proposta apresentada por Japonês, que previa o investimento em escolas, alegando que o recurso do Fundeb deveria ser rateado entre os professores (LEMBRE AQUI).
 
Já o prefeito considerou “um escárnio” a sugestão dos parlamentares para “ratear”, além dos 70% da verba federal, também os 30%, que são exclusivos para investimentos na rede municipal de ensino. “Esse dinheiro é do aluno, não do professor”, disparou, em entrevista a este sie (CONFIRA AQUI)
 
Na gravação de ontem, o mandatário vilhenense “cutuca” alguns vereadores, elogia outros e explica, com a participação dos secretários de Fazenda, Jovino Lobaz, e de Educação, Amanda Espíndula Areval, que usará as sobras dos 70% do Fundeb para fazer o rateio entre os servidores do magistério, que inclui professores e técnicos.
 
Segundo explicou o titular da Semfaz, o rateio será possível graças ao aumento da arrecadação, o que teria feito com que os 70% obrigatórios para pagamento de salários deixasse de ser atingido.
 
Dessa forma, cada servidor do magistério embolsará um salário-base neste final de ano, um valor de mais ou menos R$ 2.800,00.
 
Como os vereadores reprovaram o uso dos 30% do Fundeb na compra de materiais e equipamentos para as escolas municipais, a prefeitura vai bancar o investimento com recursos próprios. O dinheiro federal não aplicado continuará na conta da prefeitura para ser usado na educação em 2022.
 
 
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