Através do canal “Seja o repórter”, espaço através do qual os leitores podem se comunicar diretamente com o FOLHA DO SUL ON LINE, inclusive para apresentar denúncias, um internauta acusou a empresa aérea Azul, a única que mantém vôos em Vilhena, de submeter um grupo de passageiros a enormes transtornos no último sábado, 10, no aeroporto de Várzea Grande (MT)
De acordo com o denunciante, o voo 2952, deveria sair da cidade da região metropolitana de Cuiabá (MT) às 16:20h. Inexplicavelmente, porém, depois de os pilotos já estarem na aeronave e as bagagens embarcadas, os passageiros, que permaneciam no saguão, continuavam sem poder subir a bordo e sem receber informações sobre o atraso.
Conforme o leitor, somente após intervenção do promotor de justiça vilhenense Paulo Lermen, que também estava no local, é que a companhia aérea admitiu que o vôo seria cancelado. Com isso, muita gente que tinha compromissos urgentes em Vilhena no dia seguinte, teve que viajar de ônibus. O restante dos passageiros foi acomodado em hotéis e recebeu alimentação, sob a promessa de que seriam embarcados no dia seguinte. Os que não puderam esperar e viajaram por conta própria ligaram para a Azul, que pediu cinco dias para decidir se fará o reembolso referente ao trecho percorrido de ônibus.
A alegação para o cancelamento do vôo, dada pela Azul e confirmada pelo denunciante, é de que não havia Brigada de Incêndio no aeroporto Brigadeiro Camarão. Acontece que uma cadeirante, que estava no vôo que não decolou, tem um genro que trabalha na tal brigada e ele confirmou que a equipe estava no local à espera da aeronave.
À Azul, que não se pronuncia através de sua agência em Vilhena, fica garantido o espaço para eventuais manifestações sobre o episódio.
Autor:
Da redação
Fonte:
FS
Publicado em 12 de Maio de 2014, às 10:36