Com quase 1 milhão de presos atualmente, o Brasil tem 3ª maior população carcerária do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e da China. Desse total, pouco mais de 12 mil apenados têm o direito de votar.
Somente os presos temporários, aqueles que ainda não foram condenados em definitivo, podem escolher representantes nas eleições; os que foram julgados em última instância e já não podem mais recorrer, perdem seus direitos políticos, inclusive o de votar.
Apesar de o número de eleitores encarcerados ser tão pequeno que não altera o resultado das eleições, frequentemente são criadas polêmicas em relação às escolhas deles nas urnas.
O FOLHA DO SUL ON LINE pesquisou na página oficial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e apurou o resultado da seção instalada na Casa de Detenção de Vilhena, onde os 21 detentos com direito a voto fizeram suas escolhas para presidente.
A disputa entre Flávio Bolsonaro, do PL, e o petista Lula, que disputa a reeleição, terminou com larga vantagem para o primeiro, que fez 13 votos, quase o dobro do adversário, que conquistou 8 (VEJA IMAGEM SECUNDÁRIA).
CLIQUE AQUI e pesquise o resultado em outras seções dentro de estabelecimentos prisionais.