Depois de ler, na edição do jornal FOLHA DO SUL que está circulando desde o último sábado, reportagem sobre a ação de agiotas em Vilhena, um empresário que atua no segmento madeireiro na cidade procurou o FOLHA DO SUL ON LINE para denunciar também os bancos locais. Segundo ele, de forma “legalizada”, as instituições financeiras praticam juros mais altos que os emprestadores informais de dinheiro.
Exibindo extratos de dois bancos (Bradesco e HSBC), o denunciante, que pediu para não ser identificado, mostrou que, por causa de um saldo devedor na conta corrente, referente a apenas um dia, pagou mais de 34% de juros Ao Bradesco. Já a fatura do HSBC revela que a instituição cobra 10,52% de juros por mês, no cheque especial, o que soma, no acumulado do ano, 237,81%
Dizendo-se indignado com a “roubalheira protegida pela lei”, o homem desabafou: “Sinceramente, eu prefiro mil vezes tomar empréstimo junto aos agiotas, que cobram menos”
O site fica à disposição de ambos os bancos, caso seus gerentes queiram se manifestar sobre a acusação que, de qualquer modo, está comprovada por documentos.