Empresa gestora da saúde explica aumento de custo das viagens
 
Na noite de ontem, o Ministério Público de Vilhena chegou a ser acionado, após um médico do Hospital Regional se recusar a fazer a transferência de uma criança para um hospital de Porto Velho.
 
O FOLHA DO SUL ON LINE apurou que o profissional de Saúde exigia a presença de um fisioterapeuta na ambulância que faria o transporte do paciente. O médico acusou a Santa Casa de Chavantes, responsável pela gestão da saúde municipal, de vetar o fisioterapeuta na equipe.
 
A própria Santa Casa confirma o episódio, mas explica que no caso da transferência de pacientes, um motorista-socorrista, uma enfermeira e um médico a bordo são suficientes. E alega que em muitos casos, a empresa responsável pelo encaminhamento, e que também presta serviços ao município, exige outros dois profissionais: um técnico de enfermagem e o fisioterapeuta.
 
Com isso, o custo da viagem aumenta muito e, segundo a Santa Casa, sem necessidade. A empresa disse que prestará todos os esclarecimentos ao Ministério Público assim que for notificada sobre a denúncia. A empresa também explicou que o paciente foi transferido “sem nenhuma intercorrência”.