O deputado federal Padre Ton (PT) visitou, na manhã desta segunda-feira, 11, a redação do FOLHA DO SUL ON LINE, e comentou a pesquisa Ibope, divulgada na semana passada pela TV Rondônia e na qual ele aparece na quarta colocação, com 9% das intenções de voto para o Governo este ano.
Segundo o parlamentar, as sondagens que contratou para “consumo interno” mostram outros números. “Me espanta a rejeição do governador Confúcio Moura nos lugares por onde passo. Então, como ele pode estar liderando a disputa?”, questiona.
O petista explicou também a decisão de sair candidato liderando uma chapa “puro sangue”, na qual a vice é a vereadora Fatinha Ferreira, que exerce mandato na Câmara de Porto Velho. “Nós sofremos intervenção da direção nacional do partido. Havia um acordo para que nos aliássemos ao Confúcio, mas isso eu não aceitei”, argumenta o candidato.
Ton, que disse ter confiança de estar no segundo turno, também admitiu que a melhor proposta para ele, pessoalmente, seria aceitar a oferta do senador Ivo Cassol (PP). Ao petista foi oferecida a vaga de candidato ao Senado, numa aliança com o ex-governador, que lançou sua irmã, Jaqueline Cassol, do PR. “Mas a Executiva Nacional vetou”, explica.
No Cone Sul desde a sexta-feira, 08, o sacerdote-candidato permanece na cidade durante todo o dia de hoje, quando encerra sua visita à região com uma reunião na Associação Comercial e Empresarial. Antes, tem encontro com lideranças comunitárias e promove uma carreata pelas principais ruas da cidade.
Além de Fatinha e do presidente do PT em Vilhena, Arli Schutz, acompanham Padre Ton nas andanças pela cidade, a ex-vereadora Marlene Silveira e vereador de Colorado do Oeste, Mariley Novaki, que concorre a deputada estadual este ano.
Autor:
Da redação
Fonte:
FS
Publicado em 11 de Agosto de 2014, às 13:12