Angelina Vinharski está em Cuiabá, onde o procedimento cirúrgico será realizado
 
Uma moradora da área rural de Chupinguaia vem, há sete meses, sofrendo com um problema patológico que surgiu durante o parto dos segundo filho e que não foi diagnosticado pelo médico obstetra do Hospital Regional de Vilhena aonde o procedimento ocorreu em dezembro de 2021.
 
De acordo com Angelina Vinharski, ela teve um parto normal e depois de dois dias recebeu alta e retornou com filho para casa. Após dois dias em casa, ela percebeu que estava expelindo fezes pela vagina. Ela procurou um médico e descobriu que havia sofrido uma Fístula retovaginal, que são comunicações anormais entre o reto e a vagina. Embora raras, são causadas geralmente por um trauma, principalmente resultantes de cirurgias obstétricas. 
 
Ela precisou fazer uma cirurgia para a colocação de uma bolsa de colostomia em Vilhena. Três meses depois, sem melhora, ela buscou tratamento médico em Cuiabá-MT onde realizou exames de imagem que mostraram uma segunda fístula retovaginal. 
 
Angelina já passou por dois procedimentos cirúrgicos para a reconstrução do músculo do reto e agora precisa fazer uma terceira cirurgia. 
 
Angelina, que está a um mês em Cuiabá e terá que ficar mais 30 dias após a cirurgia, longe da família e do filhinho de sete meses que está sob os cuidados da avó, revelou que não tem o valor total para a realização da cirurgia, e para alcançar esse valor está com uma campanha de arrecadação de doações via PIX. A chave PIX para quem puder ajudar com qualquer valor é 057.755.642-86 em nome de Angelina O. Vinharski.
 
O telefone de contato para quem queira tirar alguma dúvida é o (69) 98163-1132.