A paralisação dos Agentes da Polícia Civil do estado de Rondônia que perdura há mais de 40 dias pode chegar ao fim nesta próxima segunda-feira (7) após uma Assembleia Geral realizada pela categoria que irá colocar em votação a suspensão do movimento até o próximo dia 30 de abril.

 

A greve tem sido uma verdadeira “queda de braço” da entre os policiais civis e o governador de Rondônia, Confúcio Moura (PMDB). Durante o auge das discussões, o governador peemedebista chegou a se recusar a dialogar com a categoria. Uma nota enviada pelo departamento de comunicação do governo chegou a destacar a Polícia Civil do estado de Rondônia como uma das mais bem pagas do Brasil.

 

Outra briga durante a paralisação da PC de Rondônia foi com o secretario da SESDEC, o Delegado Federal Marcelo Bessa. No período mais tênue do impasse, alguns representantes do movimento grevista chegaram a exigir a exoneração de Bessa da chefia da SESDEC.

 

O absurdo - Mesmo com quase dois meses de paralisação o fator que culminou revoltando a comunidade foi uma das câmaras frias do IML (Instituto Médico Legal) que estragou e acabou deixando um cheiro insuportável oriundo dos cadáveres alojados no IML.

 

Fotos dos agentes em greve e da precariedade do IML chamaram à atenção da sociedade. Rapidamente a SESDEC respondeu em nota afirmando que iria resolver a situação com brevidade.

 

Enquanto a situação não chega a seu ponto final, a comunidade rondoniense aguarda o desfecho dessa novela para voltar a utilizar os serviços disponibilizados pela Polícia Civil do Estado de Rondônia.