O prefeito Zé Rover está livre (pelo menos por enquanto) de uma encrenca tamanho-família: a ação da Polícia Federal que apura o desvio de combustível do Hospital Regional durante a campanha deste ano, não chegou ao mandatário.
O chefe de transportes do HR, Zé da Paraná (FOTO), que seria candidato a vereador (e teve que renunciar por causa do escândalo), e uma servidora da unidade, foram denunciados por peculato e podem ser condenados a 12 anos de prisão. Rover, no entanto, respira duplamente aliviado: primeiro, porque a prática não foi considerada crime eleitoral, o que poderia comprometer sua posse; segundo, porque não há elementos (ainda) para que o MP o denuncie pelo episódio.
Confira entrevista exclusiva do promotor João Paulo Lopes sobre o caso. A reportagem será veiculado na edição impressa da FOLHA, nas bancas a partir de amanhã, dia 24.