Servidora da Secretaria Municipal de Educação, a professora Valdete de Souza Tavares (PPS) conversou agora a pouco com o FOLHA DO SUL ON LINE e disse que não se considera a “zebra” da disputa. Segundo ela, o apoio dos “amigos fiéis” mantinha sua certeza de que seria eleita. A nova parlamentar, no entanto, admite que sabia que não chegaria aos 700 votos. Mesmo assim, exercerá o mandato, a partir do ano que vem, a bordo de seus 611 sufrágios.
Aos 47 anos, mãe de dois filhos, Valdete mora em Vilhena desde 1982. Antes de passar a atuar na área de educação, trabalhou em madeireiras da cidade. “Foi numa dessas empresas que conheci meu marido”, disse por telefone, em meio à barulheira de aliados que festejavam a vitória em sua casa.
Sobre seus gastos de campanha, Claudete disse que tudo o que investiu na disputa foram R$ 1 mil, doados por um amigo. “Eu nem peguei talão de cheques da conta bancária da minha coligação”, disse. Um verdadeira façanha numa eleição em que, embora poucos tenham sido flagrados, os compradores de votos fizeram a festa.
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