Foi reveladora uma entrevista concedida esta semana pela vereadora Maria José da Farmácia (PDT) ao jornal FOLHA DO SUL esta semana. O semanário resolveu saber se a parlamentar não temia ser vítima do que parece ser uma maldição contra os edis que fiscalizam com mais rigor as ações de prefeitos.
Ao confrontá-la com seu jeito de cobrar ações do prefeito Zé Rover (PP), no grupo de quem ela foi eleita em 2012, o jornal relembrou vereadores que acabaram não se reelegendo por supostamente serem muito duros com os mandatários a quem faziam oposição. Foram citados os casos do professor Pascoal de Aguiar, de Marquinhos Bacana, de Mauro Bil e de Eliane da Emater, todos hoje longe do poder, mas que se notabilizaram na Câmara pelo rigor nas cobranças ao Executivo.
Ao responder o questionamento, Maria José, que estreou na política como a mais votada entre os vereadores, fez o seguinte desabafo: “Não tenho medo de não me reeleger, até porque, afirmo com todas as letras, que não serei mais candidata a vereadora. Vou cumprir este mandato com transparência, dignidade, honrando meus 1.404 votos, e pronto”.
Embora possa representar uma decepção para os que avalizam seu trabalho, a declaração da pedetista traz esperança para outros. Isso porque ela pode estar adiantando (embora não afirme) que sua intenção é disputar a prefeitura de Vilhena em 2016.
Autor:
Da redação
Fonte:
FS
Publicado em 07 de Março de 2014, às 09:52